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Boa Noite! Sexta-feira, 21 de novembro de 2008.

 
Documento sem título
Autor: Jorge Uchoa
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Número 34
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Em breve lançamento
Diretoria do IMB

 

O Instituto dos Magistrados do Brasil foi fundado em 12 de abril de 1979 por um grupo de juizes da 1ª Instância no Rio de Janeiro que tinham como ideal uma Instituição que pudesse ser um fórum de debates e de cultura, pugnando por manter inalterável o prestígio do Poder Judiciário, a autoridade de seus membros e difundir o amor e respeito à Justiça e ao Direito.

O núcleo inicial do IMB contou com a participação dos magistrados Alberto Craveiro de Almeida, Antonio de Oliveira Tavares Paes, Eduardo Mayr, Eduardo Sócrates Castanheira Sarmento e Luiz de Souza Gouvêa, reunindo-se em uma sala cedida graciosamente pelo segundo e quinto nominados, na Av. Rio Branco, n.156, sala 3327, no Centro do Rio de Janeiro.

Os seus fundadores imaginavam constituir um Instituto que pudesse ser um fórum de debates e de cultura, escolhendo como lema de trabalho, que persiste até hoje - O IMB será o que seus associados fizerem dele - afirmação que diz bem da democracia e participação que pretendia imprimir.

Nos debates preliminares, que depois se consolidaram no Estatuto Social, cuidou-se de destacar o caráter associativo da nova Instituição, que se propunha trabalhar em permanente colaboração com as demais associações de classe dos Magistrados, especialmente no que diz respeito ao apoio e à gama de serviços que seriam colocados à disposição dos associados, inclusive com a publicação de obras e trabalhos jurídicos.

O primeiro presidente do IMB foi o Magistrado Eduardo Mayr, sendo sucedido por Geraldo Magela Martins da Rocha, Eduardo Sócrates Castanheiro Sarmento, Cármine Antônio Savino Filho, Maria Inês da Penha Gaspar, Pedro José Alexandre Arruda Pinto de França. O atual presidente do IMB é o Desembargador Jorge Uchôa de Mendonça.

É certo que não faltaram mãos operosas para o trabalho. Alyrio Cavalieri há que ser destacado por seu incondicional e inexcedível entusiasmo, sendo o primeiro sócio honorário do IMB, certo que foi graças à sua boa vontade, que se conseguiu parte da sala onde hoje funciona o Instituto, cedida pela Associação dos Juízes e Curadores de Menores. O Desembargador Fonseca Passos, e seus antecessores, os hoje saudosos Ney Palmeiro e Sampaio Lacerda, possibilitaram o trabalho que o Instituto promoveu juntamente com a Associação dos Magistrados do Antigo Estado do Rio de Janeiro.

Em pouco tempo o IMB se consolidou. Durante esses quase 25 anos, o Instituto promoveu inúmeros encontros culturais, realizou congressos, seminários, debates e cursos com temas jurídicos, participou do lançamento de diversas publicações como o livro Direito Concreto, uma coletânea de sentenças de primeiro grau de magistrados associados, hoje já no décimo primeiro volume, além de dois volumes do livro de poesias A Toga e a Lira. Instituiu concursos e prêmios, organizou exposições e intercâmbios internacionais com o objetivo de estimular o aperfeiçoamento de seus associados, entre outras ações.

O IMB edita, bimestralmente, a Revista In Verbis, veículo oficial de comunicação do Instituto, com uma tiragem de 14 mil exemplares distribuidos nacionalmente para os magistrados e entidades culturais.

 


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