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Entra no 7º aniversário a Revista In Verbis, depois de excelentes
serviços prestados à JUSTIÇA e ao povo brasileiro,
contando-se para tanto com a inestimável cooperação
de nomes do mundo judiciário como CARLOS MÁRIO VELOSO, ILMAR
GALVÃO, IVES GANDRA, FRANCISCO PEÇANHA MARTINS, HUMBERTO
GOMES DE BARROS, JOSÉ DELGADO e muitos outros grandes cultores
do Direito, Advogados, Magistrados e membros do Ministério Público.
Juízes e Desembargadores do Piauí, de Sergipe, ou do Rio
Grande do Sul, de um extremo a outro do país, contribuíram
para que se concretizasse o principal objetivo da publicação,
que é fazer com que o Judiciário, o único Poder verdadeiramente
nacional, se encontrasse no conhecimento científico do Direito,
unindo-se a interpretação do Jurista do Amazonas com aquela
que nasceu da sabedoria do Jurista de São Paulo, sempre no interesse
de uma prestação jurisdicional, que mais atenda aos reclamos
do povo, por uma justiça ágil, independente e verdadeira.
A defesa dos interesses da Instituição e a solidariedade
aos Magistrados atingidos injustamente por infamantes campanhas demolidoras,
ou incendiadoras, como costuma dizer o Professor e Ministro Evandro Lins
e Silva, foram uma preocupação constante, no trabalho dos
Editores da In Verbis.
Aliás, mencionando Evandro Lins e Silva, não podemos esquecer
que esta Revista nasceu de um aconselhamento do saudoso e inesquecível
Barbosa Lima Sobrinho, que, sugerindo a criação da mídia
dos Magistrados, título com que se referia à Revista, acrescentou:
“Não faça uma publicação em preto e
branco, com o Emblema da República, porque isto ninguém
mais lê”.
Cultivamos a cultura jurídica e a literária, estimulando
os Magistrados e seus familiares a publicarem contos e poesias, com o
que se pode revelar escritores e poetas. Alguns de primeira linha, como
Lercy Damião, Hugo Barcelos, Ives Gandra, Luiz Carlos Peçanha,
Domingos Sartori e outros.
A vida do Magistrado, no cenário nacional, o atestado de idoneidade
e honradez passado pela chamada CPI do Judiciário e o trabalho
de má qualidade realizado na Reforma do Poder foram objetos de
editoriais em que a defesa do Juiz e a análise da sua segurança
profissional constituíram sempre a preocupação maior,
transformando-se a Revista na preconizada mídia dos Magistrados,
um sonho induzido por um dos maiores símbolos da liberdade e da
honradez, que foi o Professor Barbosa Lima Sobrinho, já mencionado.
Muitos anos ainda virão. O Instituto é a Academia Cultural
dos Magistrados, e a Revista é o seu porta-voz, sempre a serviço
do Juiz e da Justiça; e muitos aniversários ainda serão
comemorados com os festejos devidos, sempre conscientes, como estamos,
de que o povo brasileiro tem uma justiça digna, honrada e eficiente,
e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro deu um exemplo disto,
julgando, no ano que passou, 97% dos feitos distribuídos.
A In Verbis, no seu sétimo ano, deixa os Magistrados de parabéns.
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